Vivemos atualmente uma espécie de Síndrome de Estocolmo da política. O povo, sequestrado de seus valores, crenças e esperanças, identifica-se com seu sequestrador e o defende, acima até, de seu bem estar próprio. O problema é que o sequestrador, na primeira oportunidade que tem, executa seu refém, caso lhe seja conveniente. É importante observar que o processo da síndrome de Estocolmo ocorre sem que a vítima tenha consciência disso. A mente fabrica uma estratégia ilusória para proteger a psiquê da vítima, a identificação afetiva e emocional com o sequestrador acontece para proporcionar afastamento emocional da realidade.
Vejamos o caso da austríaca sequestrada há 8 anos. Seu apêgo ao seu captor chegou ao ponto em que ambos chegaram a viajar de férias para esquiar. Apesar de saber-se privada de sua liberdade, a jovem, fantasiou sua liberdade, afim de manter sua sanidade e quem sabe, sua própria esperança.
9.15.2006
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